AS 10 MAIS OU MENOS DO THADEU

•14/06/2015 • 1 comentário

Com Antonio Thadeu Wojciechowski, Walmor Goes e Barbara Kirchner

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1. A felicidade bate à minha jaula (0:10)
[Marcos Prado, Edson de Vulcanis, Thadeu Wojciechowski e Walmor Goes]

2. Não sucumba (2:55)
[Thadeu Wojciechowski e Trim]

3. Augusto Hendrix (5:29)
[Augusto dos Anjos, Jimi Hendrix, Thadeu Wojciechowski e James Joyce]

4. Velhinha acesa (9:10)
[Thadeu Wojciechowski, Ubiratan Oliveira, Marcio Goedert, Marcos Prado e Edilson Del Grossi]

5. A mais absoluta podridão (11:35)
[Thadeu Wojciechowski e Marcos Prado]

6. A PAZ (14:04)
[Solda, Thadeu Wojciechowski e Edilson del Grossi]

7. Vigilantes do Sexo (16:18)
[Thadeu Wojciechowski, Edson de Vulcanis, Marcos Prado e Edilson Del Grossi]

8. Arvorada (18:37)
[Thadeu Wojciechowski, Trim, Ubiratan Oliveira, Edilson del grossi, Edson de Vulcanis]

9. Epitáfio Lapidar (21:29)
[Thadeu Wojciechowski, Francisco Cardoso, Edson de Vulcanis e Walmor Goes]

10. Saudades do Nersão 1 (23:50)
[Thadeu Wojciechowski, Edson de Vulcanis, Marcio Goedert, Edilson Del Grossi]

11. Saudades do Nersão 2 (25:14)
[Thadeu Wojciechowski, Walmor goes, Trim. Edson de Vulcanis, Roberto Bittencourt, Rodrigo Barros Homem Del Rei e Ubiratan Oliveira]

12. Saudades do Nersão 3 (27:37)
[Thadeu Wojciechowski, Walmor Goes e Edilson Del Grossi]

Gravado em 30/05/2015 no estúdio Old Black Records, Curitiba – Brasil
Gravação, mixagem e masterização de áudio: Renato Ximú
Câmeras: Adriano Esturilho, Giuliano Andreso e Rafael Dorta
Edição e finalização: Casazul Produças, fim de outono de 2015
Apoio: http://www.curitibaneando.wordpress.com

Língua Madura em documentário da Casazul Produças

•08/11/2014 • 1 comentário

Língua Madura é Antonio Thadeu Wojciechowski, Bárbara Kirchner & Octavio Camargo.
http://linguamadura.com.br

Roteiro & Direção: Giuliano Andreso
Montagem & Color: Casazul Produças
Produção: Giuliano Andreso & Barbara Kirchner
Assistente de produção: Eder Piazza
Câmeras: Claudio Silva, Rafael Dorta, Eder Piazza & Giuliano Andreso
Áudio: Virgilio Milléo
Tradução: Ivan Justen

Casazul Produças.
Curitiba, 2014.

Curitiba

•22/06/2014 • Deixe um comentário

Vista de Curitiba, por Joseph Keller, 1865

(Fonte: Gilson Camargo)

Albert Nane: olhos em Curitiba

•20/06/2014 • 2 Comentários

384130314_36f81fc3052831510674_1996a3f7c5384129755_91b99c8121Fotos: Albert Nane

Mudanças insignificantes

•18/06/2014 • 1 comentário

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Antirreflexo, o corpo se autoanula a cada quinquenio para quem para pelo pelo encravado dos dias. Ah, aqueles que amámos! Não creem, não veem e não leem o enjoo do voo. São heroica feiura na minha baiuca.

João Cândido Martins: 46 minutos

•18/06/2014 • Deixe um comentário

46 minutos

Relembrando 2011: o circo musical do Trio Quintina

•17/06/2014 • Deixe um comentário

ruído/mm

•17/06/2014 • Deixe um comentário

Ouça ruído/mm

LeitE QuentE: Passe a cuia, chê!

•16/06/2014 • 2 Comentários

“O sul é um Brasil à parte, já notara Wilson Martins, e continua sendo. Entre os vários “brasis” o sul é o menorzinho, mas destoa visivelmente do restante do país. Temos um modo de ser todo nosso, somos menos africados e mais portugueses, mais alemães, mais eslavos, mais italianos, mais guarani e o nosso não é, decididamente, um país tropical. Nem melhores nem piores, apenas distintos.

Dentro do nosso pequeno território, contudo, nos diferenciamos entre nós mesmos. Assim é que o norte do Paraná mais se parece com São Paulo, dada sua colonização recente por migrantes do sudeste (basicamente paulistas e mineiros) e mesmo pelo clima. Por outro lado, há diferenças marcantes entre a região litorânea e o planalto, não nos esquecendo do pampa na fronteira uruguaiana e argentina.

A civilização curitibana, e paranaense, é uma civilização de planalto. Muito embora nascido no extremo oeste, no Guairá de que nada restou, e junto ao mar em Paranaguá, foi na serra que o Paraná cresceu e cresceu.

O nome, Paraná, não deveria ser o do Estado. Nos foi imposto. O Rio de Janeiro imperial havia dado o nome do Rio Amazonas a uma nova província que havia criado no norte. Resolveu, sem nos consultar, fazer o mesmo cá no sul. Tomou emprestado o nome de um rio que só conhecíamos praticamente por ouvir dizer, a seiscentos quilômetros da capital, e nos chamou de paranaenses. E nascia, o Paraná, em 1853. E nascia graças ao chimarrão. E aos baianos e aos mineiros.

Aos baianos e mineiros porque lhes interessava serrar São Paulo, que já se agigantava e a quem pertencíamos como quinta e meridional comarca. Ao chimarrão porque vivíamos de erva-mate, do gado e da madeira em menor escala, e possuíamos, assim, uma economia forte o bastante para nos sustentar, distinta e praticamente desconhecida dos paulistas.

O nome Paraná, o gentílico paranaense, só começou a ser usado fora dos meios oficiais na virada do século. Éramos, antes, todos simplesmente curitibanos. Deveríamos construir a Província de Curitiba, ou dos Campos Gerais, ou dos Campos Gerais de Curitiba, jamais do Paraná, nome que, à época, era confundido inclusive com a cidade de Paraná, então capital das Províncias Unidas, na Argentina, hoje capital da província do “litoral” argentino Entre Rios, com quem tínhamos bons laços comerciais, dadas as transações de gado e de erva-mate. O que o Rio de Janeiro, à evidência, “desconhecia”.”

Arthur Tramujas Neto

Trecho da LEITE QUENTE Ano I – n. 2 – jun/89

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A revista foi editada pela Fundação Cultural de Curitiba, alcançando 10 números, sendo o primeiro do poeta Paulo Leminski, seguido de Arthur Tramujas Neto, Deonísio Silva e Manoel Carlos Karam.

Retta Rettamozo

•15/06/2014 • Deixe um comentário

Retta Rettamozo – Foto de Kito Pereira

Fonte: Solda, o Soruda San