Curitiba

•22/06/2014 • Deixe um comentário

Vista de Curitiba, por Joseph Keller, 1865

(Fonte: Gilson Camargo)

Albert Nane: olhos em Curitiba

•20/06/2014 • 2 Comentários

384130314_36f81fc3052831510674_1996a3f7c5384129755_91b99c8121Fotos: Albert Nane

Mudanças insignificantes

•18/06/2014 • 1 comentário

600px-flag_of_portugal

Antirreflexo, o corpo se autoanula a cada quinquenio para quem para pelo pelo encravado dos dias. Ah, aqueles que amámos! Não creem, não veem e não leem o enjoo do voo. São heroica feiura na minha baiuca.

João Cândido Martins: 46 minutos

•18/06/2014 • Deixe um comentário

46 minutos

Relembrando 2011: o circo musical do Trio Quintina

•17/06/2014 • Deixe um comentário

ruído/mm

•17/06/2014 • Deixe um comentário

Ouça ruído/mm

LeitE QuentE: Passe a cuia, chê!

•16/06/2014 • 2 Comentários

“O sul é um Brasil à parte, já notara Wilson Martins, e continua sendo. Entre os vários “brasis” o sul é o menorzinho, mas destoa visivelmente do restante do país. Temos um modo de ser todo nosso, somos menos africados e mais portugueses, mais alemães, mais eslavos, mais italianos, mais guarani e o nosso não é, decididamente, um país tropical. Nem melhores nem piores, apenas distintos.

Dentro do nosso pequeno território, contudo, nos diferenciamos entre nós mesmos. Assim é que o norte do Paraná mais se parece com São Paulo, dada sua colonização recente por migrantes do sudeste (basicamente paulistas e mineiros) e mesmo pelo clima. Por outro lado, há diferenças marcantes entre a região litorânea e o planalto, não nos esquecendo do pampa na fronteira uruguaiana e argentina.

A civilização curitibana, e paranaense, é uma civilização de planalto. Muito embora nascido no extremo oeste, no Guairá de que nada restou, e junto ao mar em Paranaguá, foi na serra que o Paraná cresceu e cresceu.

O nome, Paraná, não deveria ser o do Estado. Nos foi imposto. O Rio de Janeiro imperial havia dado o nome do Rio Amazonas a uma nova província que havia criado no norte. Resolveu, sem nos consultar, fazer o mesmo cá no sul. Tomou emprestado o nome de um rio que só conhecíamos praticamente por ouvir dizer, a seiscentos quilômetros da capital, e nos chamou de paranaenses. E nascia, o Paraná, em 1853. E nascia graças ao chimarrão. E aos baianos e aos mineiros.

Aos baianos e mineiros porque lhes interessava serrar São Paulo, que já se agigantava e a quem pertencíamos como quinta e meridional comarca. Ao chimarrão porque vivíamos de erva-mate, do gado e da madeira em menor escala, e possuíamos, assim, uma economia forte o bastante para nos sustentar, distinta e praticamente desconhecida dos paulistas.

O nome Paraná, o gentílico paranaense, só começou a ser usado fora dos meios oficiais na virada do século. Éramos, antes, todos simplesmente curitibanos. Deveríamos construir a Província de Curitiba, ou dos Campos Gerais, ou dos Campos Gerais de Curitiba, jamais do Paraná, nome que, à época, era confundido inclusive com a cidade de Paraná, então capital das Províncias Unidas, na Argentina, hoje capital da província do “litoral” argentino Entre Rios, com quem tínhamos bons laços comerciais, dadas as transações de gado e de erva-mate. O que o Rio de Janeiro, à evidência, “desconhecia”.”

Arthur Tramujas Neto

Trecho da LEITE QUENTE Ano I – n. 2 – jun/89

.

A revista foi editada pela Fundação Cultural de Curitiba, alcançando 10 números, sendo o primeiro do poeta Paulo Leminski, seguido de Arthur Tramujas Neto, Deonísio Silva e Manoel Carlos Karam.

Retta Rettamozo

•15/06/2014 • Deixe um comentário

Retta Rettamozo – Foto de Kito Pereira

Fonte: Solda, o Soruda San

Batista de Pilar

•14/06/2014 • 3 Comentários

batistadepilar

Dia do Batista de Pilar

Foto de Catarina Velasco

Chico Mello

•13/06/2014 • Deixe um comentário

Uma das mais espetaculares vozes reverberando nas canções de um magnífico compositor.

Ouça Chico Mello!